Quem sou

Atende por Mabel, guga, mel, foca, mabelzinha, mabel_ecos, gorda, mabbi, branquela ou psiu. Na faixa dos "quase" trinta. Geek da geração Nerd, nunca foi pop. Insegura até os 20, a terapia salvou sua c(alma). 

Sempre foi considerada velha, mas jamais imaginou que envelhecer fosse tão libertador. Os anos lhe trouxeram leveza à alma. Até os 27 detestava "mulherzices", depois dos 28 passou a trocar receitas, passar batom e trocar fórmulas "cazamiga" com a cara lambuzada de promessas cosméticas milagrosas. 

Compulsiva por jogos de tabuleiro e perfumes (muitos perfumes). Sonha com Paris, Egito e filósofos mortos. Movida a sal. Desistiu da carne vermelha, mas não curte "pregação" vegan ou de qualquer outro gênero. 

Ama muito o papel de filha. Mãe? só de peludos. Mora entre livros e anotações. Detesta falar ao telefone, sentir frio e fazer qualquer tipo de exercício. Tem gosto por prosa e desejo por versos. 

Idealista por natureza, descrente por precaução. Não se alia a nenhuma verdade absoluta e jamais se arrependeu de se arrepender. Gosta do múltiplo, não do dado. Segundo suas próprias palavras é desde sempre e para sempre apenas mais uma contadora de histórias.

Ficha Técnica: 

Nome: Mabel Oliveira Teixeira

Nasceu em 20/09/1985, em Pelotas no RS. 

Atividade: Jornalista, doutoranda em Letras (Linguística Aplicada) pela Universidade Católica de Pelotas - bolsista Fapergs/Capes.


Ficha Criminal: 

Consta que a autora do blog já furtou fruta do pé, assassinou a língua portuguesa, foi cúmplice de homicídios e exorcismos de lembranças praticadas por amig@s. De acordo com fontes seguras, disseminou e defendeu ideias consideradas subversivas sem qualquer discrição. 

Há, ainda, relatos que indicam: perturbação da ordem pública em períodos de felicidade exagerada e não justificada, administração de altas doses de substâncias potencialmente perigosas como a maionese do Circulus e a esfirra do Habib's, além da constante perseguição à rótulos e às certezas (inclusive das suas). 

OBS.: Ao ser questionada acerca dos crimes e suspeitas que rondam sua história, a autora recorreu ao direito de permanecer calada. Informantes garantem que a meliante só se manifesta através de um site na Internet. Desconhecemos o endereço deste, assim como o paradeiro da acusada.